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Frida Kahlo – inspiração em cores fortes

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O post de hoje é em homenagem a essa artista que me encanta: Frida Kahlo! Mexicana, apaixonada, profunda, transformou a dor do seu corpo e de sua alma em telas de estilo único, inconfundível. Dia 06 de julho é comemorado seu nascimento, que este ano completou 105 anos. Suas obras e seu visual exótico com flores no cabelo, batom vermelho, brincos grandes, colares coloridos, saias longas e batas floridas eram carregados de grande dramaticidade latina e muito coerentes com seus valores e estilo de vida. Mais de 50 anos após sua morte, a influência de Frida ainda reina no mundo da moda, das artes plásticas, da decoração, música e cinema. Não é novidade aqui no blog falar da relação de amor entre a moda e a arte, e com Frida não é diferente. Que tal relembrar algumas coleções/estilistas/marcas que homenagearam as cores fortes, as flores e os xales da pintora em suas coleções de moda?

Seu estilo marcante é uma inspiração para muitos criadores. Jean Paul Gaultier, em 1998, criou uma coleção inteira inspirada em Frida Kahlo.

Em 2007, quando completaria cem anos, as coleções de Roberto Cavalli, Gucci, Vitor Dzenk homenagearam a pintora.

E a coleção verão 2012 da Cavalera se inspirou em Frida.

Uma delícia não é?

 

Dicas de como montar looks bacanas com peças de brechó

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Os temas retrô, vintage, brechó, reutilização de peças e diminuição do consumo exagerado de roupas sem propósito são recorrentes aqui no blog. E o post de hoje vai no mesmo caminho. Você já pensou em investir em peças de brechó? Em outros lugares do país e do mundo, esse hábito é bem comum, mas por aqui pela Paraíba o hábito pode crescer muito ainda. Essa foi a proposta da reportagem do programa Feminíssima, da TV Tambaú (emissora afiliada ao SBT na Paraíba), que foi ao ar na semana passada. Na equipe, só amigos: a amiga de longa data Laura Luna como repórter, a fofa Bruna Steinbach como modelo e o querido Marcelo Marques como repórter cinematográfico. Além de tudo fomos ao melhor brechó da cidade, o de Fábio Rodrigues (que já foi tema de outro post aqui do blog, olha lá). Com tanta gente boa e peças incríveis, não tinha como dar errado. O resultado você confere no vídeo abaixo.

Para acompanhar as dicas do Feminíssima, dá uma olhadinha no blog do programa. O brechó de Fábio Rodrigues fica localizado no centro de João Pessoa, exatamente em frente ao Pavilhão do Chá, não tem erro. O endereço é Praça Venâncio Neiva, Nº 54 – Centro. Fica aberto de segunda a sexta das 10:00 as 18:00 e aos sábados de 10:00 as 15:00 hrs. Mais informações pelos contatos 8801 6321 / 3241 4635. Algumas peças podem ser vistas no fotolog do brechó.

Diferença entre vintage e retrô

Aproveitando o mote, que tal entender um pouco melhor a diferença entre vintage e retrô? É muito comum as pessoas usarem essas duas palavrinhas como sinônimos, não tem nada de mais, mas na verdade elas têm suas diferenças. Uma peça retrô é aquela que tem referência em uma tendência do passado, mas é nova. É a retomada de estilos do passado porém como inspiração, muitas vezes modificado e atualizado. Já vintage é diferente. O termo vem do inglês e tem relação com a produção de vinhos. Seria algo como “ano em que foi feito um vinho”. Em linguagem geral, agora significa “algo antigo e bom”, “um clássico”. Ou seja, na moda se trata de uma peça clássica, que marcou época. Para ser vintage não basta ser antigo (muito menos velho), tem que ser uma peça original de uma tendência que marcou época. Um exemplo foi o vestido usado recentemente por Natalie Portman no último Oscar, uma peça Dior original de 1954, de poás (bolinhas), um marco da moda e um sonho de vestido.

Qual a diferença entre alta costura e prêt-à-porter?

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O poder aquisitivo da população brasileira aumentou nos últimos anos e, consequentemente, o investimento das pessoas em moda. Não é à toa que o setor é um dos que mais crescem no Brasil, gerando emprego e renda. Aumentou também o número de pessoas interessadas em obter informações sobre a moda e as tendências de cada estação. Se você gosta do assunto mas não entende muito bem os termos usados nas reportagens que explicam as tendências, então você vai gostar do texto de hoje. Afinal de contas, qual a diferença entre alta costura e prêt-à-porter?

Para responder a essa pergunta de maneira simples basta fazer a tradução do termo em francês: pronto para usar (ou para vestir). Ou seja, alta costura são aquelas peças feitas pelas grandes casas de alta costura do mundo (as Maisons), como Chanel, Christian Dior, Givenchy, Valentino e outras. Já as peças prontas para usar são aquelas produzidas pela indústria, em grandes quantidades, para serem vendidas nas lojas convencionais em diversos tamanhos. Simples assim? Bem que poderia ser, mas não é só isso. Não é qualquer um que pode ter uma Maison de alta costura ou muito menos pleitear esse posto.

Existe uma definição específica e administrada de forma rígida pela Chambre Syndicale de La Couture Parisienne, na França. Para eles, alta-costura são peças manufaturadas (feitas à mão) sob medida, por lojas associadas ao sindicato, que estejam localizadas em Paris, mais especificamente nas ruas Montaigne, Georges V ou Champs Elysées. E não para por aí, tem até medidas para o tamanho da loja: a Maison tem que ter cinco andares, inclusive um espaço para desfiles das obrigatórias duas coleções por ano com, cada uma, 35 looks.

E o que essas coleções limitadas e caríssimas significam para a indústria da moda como um todo? É bem verdade que apenas algumas poucas pessoas no mundo têm condições financeiras de investir nessas peças, é por isso que muitas das Maisons fecharam as portas ao longo do tempo, mas elas continuam sendo um elemento chave em todo o processo de criação, modificação e manutenção de tendências de moda. A maioria também se lançou no mercado prêt-à-porter com peças mais acessíveis e sem dúvida alguma as coleções lançadas por essas marcas são o pontapé de muitas das tendências que chegam às lojas populares meses depois. A origem de um ciclo da moda cada vez mais veloz e curto.

Moda e PacMan – Como um joguinho antigo de computador inspira a moda ao redor do mundo

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A Dior lançou no mês passado um novo vídeo de suas maquiagens em stop motion. Nas redes sociais a grande repercussão do material ficou por conta da temática: inspirado em jogos antigos. Eu AMO esses jogos eletrônicos que o vídeo faz referência, como Tetris, Super Mário e PacMan. Isso me fez lembrar que não é de hoje que esses games viram tendência de moda. Não faltam coleções, acessórios e afins inspirados neles. O próprio PacMan já apareceu em tantas peças que nem dá pra contar. Eu fiz uma breve coleção aqui para inspirar. Eu ADORO! Meu nerd, eu sei, mas quem não tem um lado geek que atire a primeira pedra.

O PacMan, os fantasminhas, as frutinhas, viraram referências iconográficas nesses mais de 30 anos de existência. É praticamente um dos principais conceitos estéticos dos anos 80. Hoje é possível comprar camisas com a imagem do labirinto, ou apenas do PacMan, ou dos fantasmas, muitas vezes estilizados. Também existem relógios e taças comemorativas pelos 30 anos do jogo. Tem até quem coloca os bichinhos nas unhas…

O brinco, os anéis e o colar acima são da Objetos de Desejo.

O relógio PacMan é só conceitual, ainda não foi produzido (pelo menos por enquanto). Muito bacana!
O casaco só vende fora do Brasil, por  aqui.
Em 2008, o estilista britânico Giles Deacon fez uma super coleção altamente conceitual com a identidade visual do bonequinho que come-come. Olha que legal:
pacfashion3
pacfashion1
pacfashion2
 Se depois dessa enxurrada de carinhas e fantasminhas te deu vontade de jogar um pouquinho, é só acessar o PAC-MAN online. Difícil é parar depois…
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