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Peças de designer paraibano são destaque no Rio-à-Porter

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Pantera Costa é figurinha carimbada aqui no blog. Sempre que possível eu trago o trabalho desse profissional talentoso e amigo. Dessa vez o tema é apaixonante: o trabalho de sucesso à frente da linha de calçados da Comparoni, marca que está participando do Rio-à-Porter (evento de negócios paralelo ao Fashion Rio) até amanhã (25/05/2012). A marca também participará da 44ª Francal, em São Paulo, de 26 a 29 de junho. É a Paraíba se fazendo presente em alguns dos maiores eventos de moda do Brasil.

As matérias-primas presentes na coleção são o que há de melhor na produção artesanal paraibana: algodão ecológico colorido, renda renascença e couro de peixe, não tem como não gostar. A novidade deve surpreender o mercado, sempre disposto a apostar em produtos sustentáveis e de design diferenciado. Os calçados e acessórios da marca são produzidos em um casarão centenário no Centro Histórico de João Pessoa-PB. Desde que surgiu no mercado, a empresa tem como foco desenvolver moda ecologicamente correta e socialmente justa. A produção das peças contribui para o aprimoramento de uma cadeia produtiva importante para a economia local e valoriza a produção da terra sem os clichês ou estereótipos do artesanato popular. A empresária Rosângela Comparoni, proprietária da marca, disse que “a Comparoni é um ateliê que alia a tradição do artesanato ao design contemporâneo, mas sobretudo valoriza os arranjos produtivos locais. Dos insumos à mão-de-obra, tudo é pensado para alimentar a cadeia produtiva do artesanato e dar sustentabilidade ao pequeno produtor”.

Produção de algodão que já nasce colorido na Paraíba

O algodão ecológico, que já nasce colorido (existem hoje no mercado os tons de bege, marrom e verde) é a base da coleção, que tem a produção organizada por cooperativas no sertão da Paraíba. O trabalho artesanal com a renda renascença envolve 400 mulheres reunidas em cinco associações no Cariri paraibano. O couro de peixe, entre outros componentes, vem de Campina Grande, pólo do setor calçadista do Nordeste. O designer Pantera Costa contribuiu com maestria ao agregar valor cultural às peças. Reuniu um mix de materiais, texturas e técnicas artesanais e inovou ao inserir toques de cor à renda renascença em desenhos feitos com exclusividade para a marca. “A coleção foi pensada para uma mulher moderna e confiante em busca conforto e praticidade, mas sem abrir mão da feminilidade e sensualidade que fluem das rendas da coleção”, disse Pantera.

Casa Firjan, no Rio de Janeiro, onde acontece o Rio-à-Porter

Sobre a Comparoni:
O ateliê Comparoni está há 4 anos no mercado e atende somente lojistas. Todos os anos participa de feiras nacionais e internacionais como o Rio-à-Porter, Francal, CouroModa, Pure London e So Ethic Paris. Além de clientes no Brasil e na Europa, seus calçados e bolsas já foram exportados para Riad, capital da Arábia Saudita, El Salvador e até para o Japão. A Comparoni faz parte do grupo Natural Cotton Color, que tem apoio do Programa de Exportacao da Indústria da Moda Brasileira, realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções – ABIT. Para visitar o site da marca clique aqui e para dar uma olhadinha no perfil da Comparoni no Facebook clique aqui.

Informações: Assessoria

Quer mais sobre o assunto? Veja alguns posts relacionado ao tema que já passaram aqui pelo blog.

Algodão colorido da Paraíba no Rio-à-Porter do ano passado

Feira de moda e design em João Pessoa revela talentos paraibanos

Pantera Costa é palestrante de mais uma edição do Café com Moda

Moda com algodão colorido é tema de seminário na Paraíba

Paraíba é destaque em programa sobre moda sustentável na Globo News

Algodão colorido da Paraíba é destaque no programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Aprenda a encapar cadernos e bloquinhos com tecido

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Eu simplesmente amo fazer produtos manuais com amor, paciência e carinho. E o post de hoje é mais um exemplo disso. De vez em quando surgem aqui no blog algumas iniciativas minhas no intuito de dar cara nova a coisas que temos em casas, dessa vez não é diferente. Juntei um bloco que eu havia ganhado, com tecidos que tinham sobrado das cadeiras daqui de casa, com papeis da minha caixinha de materiais, cola, tesoura e uma fita de cetim antiga e… pronto, eis um novo caderno personalizado com chita. Quer aprender a fazer, então me acompanha que eu te conto tudo direitinho.

O primeiro passo é escolher o tecido e recortar um pouco maior do que a superfície que você quer cobrir. É o mesmo princípio para encadernar com plástico. Não precisa sobrar muito tecido na borda. Depois basta passar cola branca bemmmm espalhadinha com pincel e colar o tecido na frente  no verso do caderno. A dica de bom acabamento fica por conta do cantinho: é necessário fazer um corte na parte que não dá pra botar pra dentro da capa. Em seguida faça um corte nas bordas, tirando linhas soltas e sobras excessivas de tecido.

Vá colando as bordas para dentro com cuidado para o trabalho ficar bem feito. Não tenha pressa. Nos cantos prefira fazer recortes para que não fique com tecido demais pra dentro, o que dificulta o acabamento a seguir.

Antes de colar o papel para fazer o acabamento, cole o marcador de página. Nos meu caso eu escolhi uma fita de cetim vermelha. Em seguida cole por dentro para esconder as dobras do tecido uma folha de papel colorido de sua preferência. Quanto mais fino, mais cuidado deve ter para não enrugar com a cola branca. Eu escolhi uma cor para um lado e outra para o outro, acho que ficou uma gracinha, e vocês?

Aí em cima está o resultado final. Outras dicas, tenha cuidado com o excesso de cola, para não colar uma página com a outra. Outra coisa, o bom acabamento e cuidado com os detalhes faz a diferença no resultado final. E, por fim, depois de acabado o trabalho, deixe o caderno um pouco de tempo em baixo de algum peso, como um livro grande, para ficar retinho.

Estou doida para inaugurar meu bloquinho por aí, e você, vai fazer o seu?

Gostou? Então veja também!

Como cobrir cadeiras com tecido

Como  recuperar um tênis antigo

Perfume Nativa SPA Senses O Boticário – eu testei

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Hoje a gente vai falar de perfume por aqui. A novidade fica por conta do lançamento de O Boticário, grande empresa de cosméticos e perfumaria nacional que vez por outra aparece aqui no blog por inovação no mercado brasileiro. Dessa vez não é diferente. Estou aqui para falar da linha Nativa SPA, mais especificamente do perfume Violeta Senses, que chegou às lojas no último dia 14 de maio. A linha possui mais de 100 itens de cuidados pessoais e perfumaria, e eu tive o privilégio de receber o produto da assessoria para testar, e aqui está a minha opinião a respeito.

Eu achei a essência doce sem ser enjoativa. Fica na pele por um longo período de tempo, de forma agradável e confortável (fez sucesso aqui em casa). A assessoria explicou que a essência é inspirada na flor de origem europeia, da família olfativa da floral frutal e a linha completa traz fragrâncias inspiradas em ingredientes exóticos originários de diversas partes do mundo. O perfume está sendo vendido nas lojas da marca por R$ 72,99.

Acho importante explicar que o blog não tem fins lucrativos e que NÃO EXISTEM posts pagos por aqui. Tudo é feito com muito amor e opiniões pessoais. Se buscarem no meu perfil, verão que não é o blog que me dá rendimentos, então podem acreditar que o que há aqui é fruto da vontade verdadeira de escrever sobre o assunto. Os produtos citados nas postagens ou foram comprados por mim, ou eu quero comprar por curiosidade, ou eu recebi da empresa, como foi o caso desse perfume. E sempre fica claro nas postagens qual a fonte do produto da vez, então, podem confiar!

Dica de filme da semana – The September Issue

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Hoje é domingo, dia de dica de filme para a galera fashion. Fazia tempo que eu queria falar desse por aqui, mas por um motivo ou outro ficou para depois. Ele não é novidade, mas por incrível que pareça tem um monte de gente que não viu. Estou falando do documentário The September Issue, que mostra o trabalho de Anna Wintour na Vogue norte-americana e como a principal edição do ano é concebida. Eu tive o prazer de conhecer a revista citada no filme, uma publicação enorme de centenas de páginas, mais da metade de publicidade. Também participei de uma banca de TCC em Mossoró, na UERN, onde uma estudante fez uma ótima análise da obra – um marco para a produção audiovisual fashion.

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O filme conta os bastidores da produção da edição de setembro da revista. Anna Wintour é personagem principal, realmente monossilábica, mas quando ela fala sempre surgem frases de efeito e que nos fazem abrir o caderninho de anotações pra não esquecer disso nunca mais. O diretor R.J. Cutler captou bem o espírito da moda e é maravilhoso ver desfiles e roupas numa tela gigante de cinema. O filme é uma verdadeira mostra de como as grandes revistas de moda são feitas, tim-tim por tim-tim (e com aqueles cortes estratégicos que só o cinema saber fazer).

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Logo no início, o dcumentário mostra o que a gente realmente imagina, Anna Wintour vendo exclusivamente e em primeira mão a coleção de YSL em Paris. E num dos poucos momentos do filme, baixou o espírito devil e suas caras e bocas decretaram que ela não tinha simpatizado com a coleção de Pilati, que se esforçou tentando reverter a situação. Tirando isso, o filme não mostra uma Anna tão devil assim, o que ela mesmo fala no filme é que ela trata seu trabalho com seriedade e muita responsabilidade, devido a tamanha importância de sua “opinião” sobre o assunto. Agora se você acha que o filme é cheia de Voguettes de 20 anos andando num salto 18, esqueça, não tem nada disso, a grande estrela do filme (mais que Anna) atende pelo nome de Grace Coddington, que era diretora-criativa da revista. Ela na época era responsável pelo editorias fantásticos e que sempre têm a intenção de ser um conto de fadas e fazer a pessoa sorrir e sonhar. Grace, que começou a carreira como modelo e entrou no mesmo dia que Anna na Vogue, é seu oposto, cheia de paixão, demonstra mais afetuosidade e “empolgação” no seu serviço. Ela sempre bate de frente e é a única que discorda de Anna, os momentos tensos do filmes estão sempre com ela, que por muitas vezes parece que vai mandar Anna pra casa do carValho, mas no final, uma sempre reconhece o trabalho da outra.

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Essa foto acima é o exemplo do poder de Grace. O cameraman em questão é o que filmou o documentário e que foi convidado por Grace pra aparecer nesse editorial (com a Trentini). Quando Anna viu a foto, falou (brincando) que ele precisava malhar e mandou photoshopar a barriga do coitado, mas depois surge Grace que diz que de perfeita bastam as modelos, nada de photoshop nele, e assim foi feita a vontade da gênia (segundo a própria Anna).

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Além disso, o filme tem uma hilária participação de Mario TestinoSienna Miller que foi a capa e foi execrada com seu cabelinho, Raquel Zimmermann em dois editorias e Carol Trentini em um, o estilista Thakoon, que foi revelado por Anna, Gaultier e Bee Shafer, a filha de Anna, que disse que não quer nada com moda, mas ajuda a mãe a escolher a melhor capa!

O que nem todo mundo sabe ou faz a relação automática é com o filme “O Diabo Veste Prada”. Pois o documentário foi produzido como uma espécie de reposta ao filme. Demorou um pouco para ser lançado porque, de acordo com os boatos, teve que se reeditado quantas vezes fosse necessário para demonstrar uma Anna Wintour bem distante daquela mostrada na ficção, mas meio que acaba dando um tiro pela culatra porque mostra mais semelhanças do que diferenças. Vale a pena ver um e outro na sequência, e cada um tira as conclusões que achar melhor.

Conheça os cursos de moda na Paraíba e algumas opções online

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Foi-se o tempo em que não era importante fazer cursos de moda. Hoje, com o crescimento estonteante do setor, formação se tornou não apenas um diferencial, mas sim um pré-requisito básico. Na Paraíba é possível encontrar algumas opções de cursos (ainda bem). Eu, por exemplo, tive o prazer de ser aluna da primeira turma do curso de técnico em Desing de Moda da Funetec/PB (instituição vinculada ao IFPB). Esse foi o primeiro curso de moda de longa duração da Paraíba, e hoje se chama Produção de moda. Aqui também é possível fazer um curso de graduação, com formação superior na área. O primeiro da região é o do Unipê. Além de único no Estado, o Curso de Design de Moda do Unipê também é bem conceituado: recebeu nota máxima do Mec na última avaliação, como vocês podem ver nesse post aqui.

Ficou interessado? Então busque as Instituições de Ensino porque está aberta a temporada de moda. As inscrições para O vestibular do Unipê do meio do ano, por exemplo, estão abertas até o dia 30 de maio. PS: O curso é de curta duração, são dois anos de formação.

Também existem outras opções, cada uma voltada para públicos distintos e necessidades variadas. A Faculdade Maurício de Nassau, em João Pessoa, também oferece cursos de curta duração, além de Workshops e palestras na área de moda. Outros tandos são ministrados também na Estação da Moda, de forma gratuita, no centro de João Pessoa, como vimos nesse outro post aqui. Para quem mora em cidades ou regiões que não oferecem cursos, nem tudo está perdido. O EnModa, por exemplo, é um portal que reúne diversos cursos de curta duração para serem cursados online. Vale a pena dar uma olhada por lá. O link é esse aqui.

Alta-costura é tema de mostra fotográfica em João Pessoa

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Essa é para quem gosta de moda e de fotografia, assim como eu. É que a Estação Cabo Branco, em João Pessoa, abre hoje às 20h uma exposição que tem como tema a alta-costura. Intitulada “Os Bastidores da Moda”, a mostra traz imagens do fotógrafo France Bruno Pellerin e ficará exposta no primeiro pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano. A exposição marca os 60 anos da Escola de Idiomas da Aliança Francesa. A entrada é aberta e a visitação pública, gratuita, e acontece sempre de terça a quinta-feira das 9h até às 21h, e sábados e domingos das 10h até às 21h.

A moda sempre foi objeto de deslumbramento e cobiça, o mundo da alta-costura é para poucos. Poucos estilistas para poucos – muito poucos – consumidores. É por essa condição de intangibilidade que a haute couture (alta-costura) ganha status de arte, e “Os Bastidores da Moda”, do fotógrafo francês Bruno Pellerin, explora com propriedade o universo mítico de glamour e atmosfera noir das obras de Yves Saint-Laurent, John Galliano, Christian Dior, Jean Paul Gaultier, entre outras estrelas.
Pellerin acumula uma experiência de quase três décadas dedicadas à fotografia. Foi justo em Paris, a “Meca” da moda, onde nasceu, que descobriu a sua vocação. Uma fração de seu trabalho pode ser conferida no site web.me.com/brunopellerin, em que aponta as suas lentes não só para modelos em prêt-à-porter, como para cenários exóticos em que passou, entre os quais uma inefável Belém do Pará, lugar onde hoje fixa estúdio e residência.
“Os Bastidores da Moda” é uma retrospectiva de 38 fotos em preto-e-branco em que ele declara todo o seu amor à moda cinco-estrelas. A atenção está nas minúcias: na composição circunspecta da luz, na maquiagem retrôdas modelos, na sensação atemporal de que a excelência mora no detalhe, como numa cena de Fellini. Tudo para forjar um clima de que tudo posou lá por acaso e de que nada foi produzido para o clique.
Ao contrário, para fins debackstage, as fotos têm muito é de editorial. Lá estão as peças clássicas que fizeram a fama de seus costureiros: os tailleurs ajustadíssimos Chanel, o chiffon dramático da saia de Galliano,os laços gigantes da Dior, a assimetria da cauda do vestido Versace.Aexposição está longe de ser voltada apenas para quem entende de moda. É mais para quem gosta da boa moda, pura e simples.
SERVIÇO:
Exposição “Os Bastidores da Moda”, de Bruno Pellerin
Sexta-feira (18)
Abertura Hora: 20h
Local: Primeiro pavimento da Torre Mirante – Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – altiplano
Até 30 de maio
Fones: 3214.8270 – 3214.8303.
Veja também esse outro post aqui que explica o que é alta costura, e esse outro aqui que fala da “popularização” da alta costura. Vale a pena.
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