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Arquivo da categoria: Publicações

Mestrado sobre figurino para o telejornalismo – 1 ano depois

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Faz um ano hoje que eu defendi minha dissertação de mestrado. A data me trouxe muitas recordações e momentos de reflexão. Esta foi uma das etapas mais importantes da minha formação profissional. Foram dois anos de doação absoluta, o resultado me deixou muito feliz e emocionada. Claro que a gente sempre acha que faltou algo, que poderia ter aprofundado mais ali ou acolá, mas me dei por satisfeita. Pelo menos enquanto o doutorado não vem. Aproveito para agradecer mais uma vez à todos que me ajudaram a tornar essa fase da vida possível: família, marido, professores e grandes amigos.

Eu fiz parte da primeira leva de alunos de mestrado do Programa de Pós-graduação em Estudos da Mídia, na UFRN, em Natal (RN), e morro de saudades dessa turma pioneira, amigos que carrego para sempre comigo. Um ano depois, tanta coisa aconteceu, mas sei que colho hoje os frutos da dedicação a esse trabalho. Valeu a pena! Quanto à dissertação, intitulada Casal Nacional: significações do corpo e do figurino no telejornalismo, tenho publicado partes dela em artigos e estou trabalhando no texto geral para transformar em livro. Quem acompanha o blog sabe que de vez em quando publico os textos por aqui, principalmente na sessão PUBLICAÇÕES. O blog também tem sido uma forma de outras pessoas interessadas no assunto me encontrarem, que bom! Então nada melhor do que fazer uma listagem do que já saiu por aí sobre o tema.

IDENTIDADE VISUAL DO TELEJORNALISTA

Identidade Visual e o Telejornalista

Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes

O papel das roupas na construção da imagem de credibilidade do jornalista de televisão

Mulher macho no telejornalismo? Sim, senhor!

Aproveito e posto também um videozinho caseiro feito com os slides apresentados no dia da defesa.

A defesa foi totalmente midiatizada, rsss…. transmitimos via Twitcam (é isso mesmo, a gente fez transmissão ao vivo, com a ajuda excepcional de Agnes Pauli e Iano Maia). Dá pra ver tudo no link abaixo.

[http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=4c9t8]

Muita gente perguntou de onde eram as peças que usei no dia, pois o look era todo paraibano. Sapato da Karmélia e vestido da Furta Cor. Ah! O esmalte? Hippie-chique da Colorama.

Mulher macho no telejornalismo? Sim, senhor!

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Hoje eu tenho o prazer de apresentar um artigo no I Forum Nacional do Audiovisual, promovido pela UFPB. O texto é um fragmento atualizado da minha dissertação de mestrado, que pesquisa o figurino do telejornalista brasileiro. Abaixo coloco o título, o resumo, e o link para download do arquivo em PDF. A apresentação será às 11h da manhã, no auditório 412 do CCHLA. O evento é aberto ao público. Quem quiser aparecer por lá para falar do assunto, vai ser um prazer!

MULHER MACHO, SIM SENHOR: A NEGAÇÃO DO FEMININO NO FIGURINO DO TELEJORNALISMO BRASILEIRO

Resumo: A televisão é o meio de Comunicação de Massa de maior abrangência no Brasil. O telejornal é um gênero audiovisual presente na quase totalidade das emissoras brasileiras. O telejornalismo brasileiro adotou para si, desde o princípio, um padrão estético inspirado no modelo norte-americano, mas incorporou a ele características do rádio e do circo. Dentre elas destacamos neste trabalho a masculinização do ambiente telejornalístico como sinônimo de credibilidade. O reflexo desse modelo se aplica ao discurso estético do telejornalismo brasileiro, em especial ao figurino, exigindo que mulheres se vistam e se portem de forma masculinizada, numa espécie de negação da feminilidade com o intuito de manter a seriedade característica dos programas de notícias. A presença das mulheres nas bancadas dos telejornais brasileiros teve que ser pautada por roupas, cabelos, acessórios e maquiagem que remetem ao universo masculino e permanece até hoje, quando podemos observar algumas primeiras iniciativas para quebrar esse padrão.

Palavras-chave: Telejornalismo; masculinização; figurino.

Arquivo completo em pdf, clique aqui: Artigo Mulher Macho Forum Audiovisual.

O papel das roupas na construção da imagem de credibilidade do jornalista de televisão

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O post de hoje é para cumprir um débito prometido à tempos… a divulgação da minha monografia da especialização em Redação Jornalística, defendida em janeiro de 2009. O arquivo, na íntegra, foi publicado em março deste ano na Revista Temática, publicação acadêmica de comunicação – online, mantida e administrada pelo professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFPB, Marcos Nicolau. A pesquisa foi o primeiro passo para todas as outras que se seguiram depois, algumas que já foram publicadas por aqui, inclusive a minha dissertação de mestrado. Nela eu entrevistei várias apresentadoras e repórteres das duas principais emissoras de televisão de João Pessoa, TV Cabo Branco e TV Correio, além de fazer uma pesquisa histórica sobre moda e credibilidade. Se quiser conferir o material todo, basta dar uma olhadinha no link: http://www.insite.pro.br/2011/Mar%C3%A7o/moda_telejornalismo_credibilidade.pdf

Informações Técnicas:

Moda e telejornalismo: o papel do figurino na construção da imagem de credibilidade do jornalista de televisão

Agda AQUINO

Resumo
A principal função do telejornalista é transmitir as notícias com segurança e credibilidade. Para isso ele conta com várias ferramentas, uma delas é o próprio figurino. Ao usar uma vestimenta inadequada para o telejornalismo, com excesso de informações ou inapropriada para o veículo de comunicação e para o horário em que o noticiário é veiculado, o jornalista de televisão dificulta o processo de comunicação e prejudica também a própria imagem de credibilidade. Grandes empresas de comunicação do país possuem departamentos internos que cuidam especificamente do visual do jornalista que aparece no vídeo, mas a realidade das emissoras de televisão locais, estaduais e de pequeno alcance não é a mesma das grandes redes do país. O número de profissionais e de verbas para produção costuma ser bem menor, resultando em características próprias e ajustes das normas existentes. Este trabalho faz um levantamento bibliográfico sobre a moda como comunicação e a moda como elemento comunicativo para o jornalista de televisão. Além disso, faz um levantamento dos possíveis ruídos de comunicação que podem ser causados quando esse profissional utiliza figurinos inadequados para o papel de comunicador que exerce. Também foram analisadas as indumentárias das jornalistas do sexo feminino, apresentadoras ou repórteres, das duas principais emissoras de João Pessoa, TV Cabo Branco e TV Correio, bem como aplicados questionários às profissionais do vídeo dessas mesmas emissoras, com o objetivo de traçar um perfil da relação do profissional de TV que atua no telejornalismo de João Pessoa com relação à indumentária utilizada para o trabalho.

Palavras-chave: Telejornalismo. Moda. Comunicação. Televisão na Paraíba.

REFERÊNCIA PARA CITAÇÃO:

AQUINO, Agda. Moda e Telejornalismo: o papel do figurino na construção da imagem de credibilidade do jornalista de televisão. João Pessoa, 2009. Monografia (Especialização em Redação Jornalística). Universidade Potiguar. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. Disponível em: http://www.insite.pro.br/2011/Mar%C3%A7o/moda_telejornalismo_credibilidade.pdf

Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes

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Desde o início dessa nova etapa do blog eu me comprometi a divulgar as minhas produções acadêmicas por aqui, disponíveis no menu na parte Publicações. Ainda falta colocar algumas, mas aos poucos vamos disponibilizando os trabalhos por lá. Muita gente tem me pedido minha dissertação de mestrado completa, cujo título foi Casal Nacional: significações do corpo e do figurino no telejornalismo, mas preciso dar um formato mais legal ao trabalho antes de divulgá-lo por aqui. Por enquanto eu vou colocando para download os artigos sobre o assunto.

Aproveitando que hoje à noite estarei na estreia do Café com Moda falando justamente de Figurino para Telejornalismo (a partir das 16h, na Livraria Leitura, do Manaíra Shopping, entrada franca), resolvi disponibilizar aqui o meu artigo mais recente, que foi aceito na Intercom Nacional deste ano, o congresso de comunicação mais importante do país, que será realizado em Recife de 02 a 06 de setembro de 2011. O artigo se chama Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes: significações do figurino telejornalístico através dos comentários do twitter. 

Logo abaixo estão o resumo do artigo, as palavras chave e o link para download do arquivo completo em PDF.

Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes: significações do figurino telejornalístico através dos comentários do twitter

Agda AQUINO

Resumo

Este trabalho busca na rede social twitter uma forma de observar a nova relação disposta entre os espectadores e os conteúdos televisuais, em especial o telejornal. Comentários e apontamentos que antes poderiam ficar restritos ao ambiente familiar, individual ou de grupos específicos, agora passam a ser difundidos e massificados, além de colaborarem com a movimentação de públicos que transitam entre a Internet e a televisão convencional. O figurino dos apresentadores do Jornal Nacional, da Rede Globo, serve de ilustração para colaborar no entendimento do novo papel que os jornalistas de TV assumem na sociedade contemporânea. Através dos comentários do twitter identificamos a multiplicidade de significações que o público pode produzir com relação a esses conteúdos imagéticos, além de apontar para um novo entendimento do papel do figurino na composição da imagem do profissional de telejornalismo.

Palavras-chave: Telejornalismo; apresentadores; figurino; Jornal Nacional; twitter.

Arquivo completo (em pdf): Artigo_agda_intercom_2011

REFERÊNCIA PARA CITAÇÃO:

AQUINO, Agda. Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes: significações do figurino telejornalístico através dos comentários do twitter. Trabalho apresentado no DT 6 – GP: Comunicação e Culturas Urbanas, do X Encontro dos Grupos de Pesquisa em Comunicação, evento componente do XXXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. 02 a 06 de Setembro de 2011, Recife-PE.

Moda, música e sexualidade nas festas de música eletrônica em Natal

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Moda, música e sexualidade nas festas de música eletrônica em Natal

 Agda AQUINO e Thiago NEVES

Trabalho apresentado no V Congresso ABEH: Desejos, Controles e Identidades, a se realizar em 25 e 26 de Novembro de 2010 no Campus da UFRN, em Natal-RN.

Resumo: As dimensões da moda, da música e da sexualidade funcionam neste trabalho como operadores cognitivos e conceituais para pensar a interação ocorrida nas festas de música eletrônica em Natal/RN. O suporte empírico deste artigo é a etnografia realizada em duas festas de música eletrônica: uma na casa noturna Galpão 29 e outra na Crystal Club, duas entrevistas em profundidade com frequentadores deste tipo de ambiente e registro imagético. Os dois elementos relacionados servem para entender como funciona a interação no cenário dos clubes noturnos gays natalenses, utilizando o corpo como suporte da comunicação e aproximação do outro. O movimento rave tem se afirmado como uma ponte entre o universo dos homossexuais e dos heterossexuais. A moda e música eletrônica ajudam na construção desta ligação.

Palavras-chave: moda; festas de música eletrônica; sexualidade; interação.

Arquivo completo (em pdf): Artigo Homocultura Agda e Thiago

REFERÊNCIA:

AQUINO, Agda; NEVES, Thiago. Moda, música e sexualidade nas festas de música eletrônica em Natal. Trabalho apresentado no V Congresso da Associação Brasileira de Estudos de Homocultura/ABEH: Desejos, Controles e Identidades, a se realizar em 25 e 26 de Novembro de 2010 na UFRN, em Natal-RN.

De Chatô à TV digital

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De Chatô à TV digital: apontamentos históricos sobre televisão e telejornalismo na Paraíba

Trabalho submetido ao GT 5 – História da Mídia Audiovisual e Visual, do I Encontro de História da Mídia do Nordeste, realizado em Natal/RN de 13 a 14 de maio de 2010.

Resumo: A televisão chegou ao Brasil pela iniciativa de um paraibano, Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, o Chatô. Através dele, João Pessoa, capital da Paraíba, foi a terceira cidade do País e a primeira do Nordeste a ver a “magia” da televisão acontecer.  A história recente da evolução televisiva no Brasil, com a criação de um modelo de televisão digital e sua implantação, também passa por territórios paraibanos, um dos berços do modelo adotado no país. Esses acontecimentos, juntamente com a história das primeiras emissoras e telejornais da Paraíba, fazem parte deste trabalho, que buscou fontes bibliográficas convencionais mas não se ateve apenas a elas. Biografias, como Chatô – o rei do Brasil, de Fernando Morais, e entrevistas aos profissionais que fizeram parte de alguns desses acontecimentos somam-se aos livros e compõem este retrato histórico que não se detém ao passado. Com este panorama é possível compreender melhor o presente da televisão e do telejornalismo no Estado e refletir sobre horizontes futuros.

Palavras-chave: Televisão; telejornalismo; história; Paraíba.

“A história é émula do tempo, repositório dos factos, testemunha do passado, exemplo do presente, advertência do futuro.”

Miguel de Cervante, em Dom Quixote

Arquivo completo (em pdf): artigo_historia da midia_agda aquino

REFERÊNCIAS:

AQUINO, Agda. De Chatô à TV digital: apontamentos históricos sobre televisão e telejornalismo na Paraíba. In:. I Encontro de História da Mídia do Nordeste. Natal/RN : Editora UFRN, 2010. v. 1.

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